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terça-feira, 23 de abril de 2013

"Vá à luta! Plante sementes verdadeiras" POR JOSÉ IGNÁCIO GODOY FÊNIX PEREGRINO

JOSÉ IGNÁCIO GODOY FÊNIX PEREGRINO

Vá à luta! Plante sementes verdadeiras, e colherás frutos doces com sabor de vitória e sucesso.
 Não existe vitória sem esforço, pois a vida é gata dengosa.
 E só entrega seus caprichosos deleites aos persistentes, Bora lá, vamos subir a montanha e partilhar com humildade, Os sabores da glória!
 E Construa sua casa sobre a rocha, A rocha da verdade da hora e da sinceridade.
 Reflita no espelho dos dias um coração transparente.
Traga um olhar firme sem ser duro e justo sem ser cruel!
 Alimente a esperança.
 Sorria quando necessário.
 Fale com economia, mas ouça com fartura, Ampare ajude e conforte, dê o peixe.
 Mas também ensine a pescar!
 Faça as pessoas sentirem-se úteis e importantes.
 Mostre-lhes simpatia e respeito, Aponte os erros com um sorriso e ensine fazer o certo.
Seja sua critica um conselho amável que aponta a luz.
 Não julgue, mas trilhe os caminhos da justiça!
 Seja você um exemplo. Quando errar e cair, não se lamente.
Viva seu discurso sacuda a poeira e recomesse.
 A vida é feita de atitudes que ratificam o discurso, Saiba ser grande na humildade e pequeno em arrogância! Vá à luta. Plante sementes verdadeiras e colherás frutos doces com sabor de vitória e sucesso.
Não existe vitória sem esforço, pois a vida é gata dengosa, e só entrega seus caprichosos deleites aos persistentes. Bora lá, vamos subir a montanha e partilhar com humildade, os sabores da glória.
Só entrega seus caprichosos deleites aos persistentes.
 José Ignácio Godo

O NOVO SEMPRE VEM - (Crônica - Erivan)

O NOVO SEMPRE VEM - (Crônica - Erivan)
 Anos 60, 70... Tudo 'era' novo, qualquer coisa deslumbrava, hipnotizava, principalmente a nós todos que éramos ávidos por novidades e que já estávamos de saco cheio de tanta previsibilidade e mesmice.
Mas não foi só por isso que surgiram grandes ideias, grandes obras, grandes invenções, conquistas científicas, etc.
Talvez também porque essas 'novas' concepções artísticas, filosóficas, comportamentais, etc., reprimidas política e religiosamente desde há muito, irromperam como erupções vulcânicas que já não podiam mais esperar, como um parto natural que, completado o prazo da gestação, e sendo chegada a hora, rompe todas as placentas 'repressoras'. E assim surge o novo.
E a reboque do novo veio a contracultura, a quebra de paradigmas, ousadias estilísticas, sutilezas imprevistas, belezas mil...
Mas também vieram os subprodutos desse parto, como as drogas, o desbunde hippie, a gravidez 'inesperada' e facilitada pelos contraceptivos, como a pílula e a camisinha; os filhinhos abortados, as depressões e o stress do mundo moderno; sobretudo veio também o desencanto gerado por tantas expectativas 'promissoras', além de guerras frias e guerras quentes; as primeiras não declaradas, as outras sim. Mas isso eram os fragmentos da placenta e o líquido amniótico que já não eram mais necessários para conter, alimentar, ou mesmo agasalhar o rebento que finalmente era dado à luz: o 'admirável mundo novo', pensado há tempos, gestado há tempos, reprimido há tempos também, mas só recentemente parido, qual se fora um parto a fórceps, pela força mesma de uma espécie de contagem regressiva contida na semente das novidades, por um lado pacientes, porque 'souberam' esperar o longo tempo dessa lenta gestação; mas por outro lado impacientes, porque precisavam obedecer àquela programação da contagem regressiva para nascer, dita frases atrás. e que trazia em si o estranho mas também inconsciente desejo de nascer, existir, ser algo, alguma coisa.
Revolução é alguma coisa, para a qual nunca estamos suficientemente preparados.
Será por isso que funcionamos melhor e rendemos mais sob impiedosas adversidades?
Resposta: Tendo neste momento a presumir que sim, salvo melhor juízo no futuro.
 Eis aí, ao que me parece, o modo como sutilmente se expressa o inconsciente dialético da História e do vir-a-ser humano.
 Mas posso estar enganado, no todo ou em parte.

Por Adilson Adalberto "Soneto: a vida sem você não tem graça"


"Soneto: a vida sem você não tem graça" 
 Sinto que o nosso amor já não é mais o mesmo...
 Do fogo que havia entre nós... 
 Hoje só restou gravetos.
 Já não tremes na base quando te abraço..
. Nem te excitas quando te beijo...
 Quando eu te vejo, não consigo mais pensar em nada.
 Você tem o dom de me deixar sem palavras, de me tirar do sério. 
 Tu és o meu sonho de infância é tudo que anelo...
 Sem você eu não vivo, vegeto. 
 Você é meu pão de mel, minha luz...
 Meu caminho. 
 Minha estrada minha branca de neve, na terra encantada... 
Por você largo tudo, sem você não sou nada. 
 Pareço um sapato velho, trocado por outro de marca... 
Que sente falta dos pés, que outrora lhe castigava... 
 Assim sou eu sem você, te amo gata. 
 Adilson A. da Silva.