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sexta-feira, 26 de abril de 2013

'ABRE AS ASAS SOBRE NÓS" POR NATO AZEVEDO AZEVEDO


 'ABRE AS ASAS SOBRE NÓS" POR  NATO AZEVEDO AZEVEDO
 Nos bancos escolares aprendi que o Homem é feliz na sociedade se tem educação e propriedade, cultura e liberdade,eis o que li!
 Mas vi -- vendo em irmãos necessidade -- que num mundo de escravos um Zumbi se luta morre em vão, pois sempre cri que não há cidadãos... sem igualdade. Se não mais existir fome nem guerra, ainda que tardio irá raiar um tempo sem misérias sobre a Terra. Bem sei que a LIBERDADE há de brilhar -- em todo canto e pátria, em nossa terra -- quando houver pão e paz em cada lar.
 NATO AZEVEDO



"ASSIM COMO ERA NO PRINCÍPIO"
 Cessa o dia... e a fauna a faina encerra, se recolhendo aos ninhos, grata enfim, por ver que a mão de Deus -- que jamais erra -- conduz a Natureza a um belo fim. Há véus de sombra e medo sobre a Terra... tingem-se os céus com tons de ouro e carmim. A fôrça da amplidão o sol soterra. Repete cada tarde o fatal fim.
 A tocar as gaivotas, em revoada -- despertando a saudade de um amor -- triste sino murmura lenta toada. Torna a manhã, reprisa o esplendor eis que, na madrugada, a passarada canta e festeja a glória do Senhor.
NATO  AZEVEDO



"COM O SUOR DO ROSTO"
Por entre as mãos calosas, forte o braço, com água/fé/suor faz tal mistura que da massa disforme -- passo a passo -- surge do imaginário a arte pura. Trabalha em qualquer tempo... frio, mormaço e molda o oleiro a microestrutura de um Mundo desigual -- em pobre espaço -- cozendo em barro mole a vida dura. Imagens vão surgindo em gestos suaves: árvores, casas, naves, gente e aves que se completam em clima singelo, com louça e móveis de sala e cozinha graças ao toque de fada-madrinha, compondo um universo sempre belo.
 NATO AZEVEDO