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quarta-feira, 8 de maio de 2013

A importância da sua Obra.

A Revistas Noticia do Momento, tem um único objetivo. Levar ao conhecimento dos leitores a importância da sua Obra. Mostrar ao mundo o quanto o escritor iniciante é desvalorizado. O Brasil tem milhões de escritores com muito potencial com escritas. São criativos, inteligente é de grande capacidade de criação. O que precisam é de chance no mercado editorial de livros Impressos. Para isto eu criei a Revista Eletrônica, para levar esses escritores além da imaginação. Esse meio virtual da nos a chance de sermos conhecidos Brasil e Exterior. Além disso na Revista Impressa eles tem a chance de ser conhecidos no mundo real. Através da circulação na nossa revista. Para isto estamos com as assinaturas em aberto. Contate nós.

"Mitos e Verdades Sobre Ser um Escritor " Por Juliano Martinz Redator / Escritor / Analista de Redes Sociais

Mitos e Verdades Sobre Ser um Escritor 
1 Reply Tantos conselhos direcionados para aqueles que ainda sonham em publicar seu primeiro livro – é preciso separar o joio do trigo. E aproveito para ter uma conversinha ao pé do ouvido com os aspirantes (?) a escritores Mergulhados em sua ânsia de ter um livro publicado, jovens escritores buscam orientação para guiar seus passos rumo à realização deste sonho. E para isso, esforços não são medidos: compram livros, fazem pesquisas, buscam conselhos, seguem regras. Uma avalanche de informação derramada sobre mentes ansiosas. Infelizmente, muitas destas informações não passam de mitos, inverdades e mal-entendidos. Portanto, nada melhor do que esclarecer alguns pontos sobre o que realmente significa ser um escritor. Aspirante a Escritor? Como assim? O que seria um aspirante a escritor? Realmente, não sei. Ou é escritor ou não é. Ou será que perdi metade do filme e ninguém me avisou? Se você escreve, parabéns, você é um escritor. Se não escreve, então não é. Aspirante, para mim, é um estado nulo que não significa coisa alguma. O que a pessoa deve aspirar é atingir alvos mais nobres, potencializando suas habilidades: melhorar os hábitos de escrita, publicar um livro, dar entrevista em algum programa de televisão, ou o que quer que seja. Todos podemos desejar ser escritores melhores, subir um degrau mais alto. A Receita do Sucesso É preciso ter em mente que não existe uma receita única (muito menos perfeita) para se tornar um escritor profissional. Blogs como esse oferecem conselhos. E conselhos são o que são: apenas conselhos. Acredito que muitos funcionem – mas não para todas as pessoas. O que serve para um talvez seja idiotice para outro. Ninguém tem a chave da perfeição. Se alguém lhe disser que tem a fórmula para se tornar um escritor de sucesso, cuidado! este cidadão está emanando ingenuidade pelos poros. Ou má intenção. Realmente não sei o que seria pior. Mas não há como negar – é preciso estar atento a alguns conselhos para aprender a se orientar. Porém, não corrompa seu próprio estilo e natureza. E lembre-se: para chegar até o tesouro, em determinado momento, você precisará tirar o olho do mapa e começar a andar. Efeitos Colaterais Haverá dias em que você se sentirá um amador, o pior escritor que esta terra já pariu. Você vai enfrentar o pesadelo das páginas em branco, como se estivesse mergulhado em uma tempestade de neve. Você ainda vai odiar o que escreveu. Dias ruins fazem parte do pacote. Além disso, se você não tiver outra fonte de renda, provavelmente, vai passar fome. Mas relaxe! Você precisa aprender a isolar sua mente de pensamentos e realidades negativas e simplesmente continuar escrevendo. Você é um Escritor, Não um Rei Aceite os fatos: nem todas as coisas estarão em seu controle. Você pode fazer apenas metade do serviço. O acaso fará o resto. Se ele for com sua cara, talvez você figure nas estantes das principais livrarias do país. Do contrário, sempre haverá uma plataforma de blog onde você poderá se expressar. Ler Não Fará de Você um Escritor Dizem por aí que para aprender a escrever é preciso ler, ler e ler. Tá bom! Então vou aprender carpintaria sentando em uma cadeira, várias vezes ao dia. Desculpe, parceiro, mas para aprender a escrever, você precisa escrever. A leitura crítica ampliará seus horizontes, irá ajudá-lo a entender as sutilezas da mente de seu escritor favorito; mas para escrever um livro você precisa encher seus dedos de calo. Sucesso da Noite Pro Dia Não existem sucessos súbitos. Quando se deparar com um escritor que até ontem era um reles anônimo, e que hoje é um grande sucesso, acredite: ele está ralando há muito tempo, talvez desde quando você ainda borrava as fraldas. Regras Foram Feitas Para Serem Quebradas É importante conhecer muitas destas regras porque assim você estará em condições de saber quando elas podem ser quebradas. Algumas delas, talvez você quebre só para perceber, tempos depois, que seria melhor tê-las seguido (e o que você realmente quebrou foi a cara). Mas, como tudo na vida, é errando que se aprende. Aprenda a Apanhar Se for escritor, precisa estar preparado para ouvir o que não quer ouvir. Agentes, revisores, editores, leitores, trolls, todo o universo dirá coisas que vão lhe acertar o estômago com um soco. Ser escritor é espalhar o convite: “pode bater que eu aguento”. Então prepare-se! Você precisará de um bom guarda-pedras. Ou então um exoesqueleto quitinoso. Mas, não desista. Você pode fazer o que quer fazer. Não há gritos ou campanhas que possam te silenciar. O que acontece entre você e essa página em branco é apenas seu. Ninguém no mundo tem o poder de interferir nisto. Se você gosta de escrever, dê o seu melhor. Não espere nada além disso, nem recompensas, nem tapinhas nas costas, nem elogios. Apenas abrace a satisfação que somente escrever um livro pode proporcionar. Se gostou deste post, ficarei imensamente grato se puder compartilhá-lo com seus amigos utilizando os botões ao lado.

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"Bajo la estación de subterráneos" por Nedda Gomzález Núnéz

"Bajo la estación de subterráneos" por Nedda Gomzález Núnéz

En la estación de subterráneos se respiraba impaciencia. Laura miró su reloj: si lograba transbordar antes de diez minutos, tendría tiempo de tomar un café con Joaquín, antes de entrar a clases. El tren llegó chirriando. Se mezcló con los pasajeros; entró en el último vagón y se sentó. Las puertas se cerraron, las luces parpadearon un par de veces y languidecieron, dejando el vagón en una semipenumbra. Laura maldijo para sus adentros ya que no podría echar un último vistazo a sus apuntes. Miró a su alrededor, y se encontró con la mirada descarada de un hombre joven y delgado, de cabello oscuro. Estaba parado cerca de una de las puertas, y algo en él la hizo sentir incómoda. No era la primera vez que lo veía, pero nunca le había prestado atención. En la rápida mirada que le dedicó, le pareció que su ropa era bastante anticuada. Notó su extrema palidez, y que los ojos, demasiado brillantes, estaban rodeados por profundas ojeras. Pero se distrajo, y el curso de sus pensamientos tomó otra dirección. Las estaciones se sucedieron con rapidez, hasta que llegó el momento de hacer la combinación con la otra línea. Bajó, rezagándose un poco para no amontonarse con el resto de la gente. Dos cosas ocurrieron simultáneamente: un chico le arrebató el bolso y se volvió corriendo por el andén, y el hombre del tren se acercó a ella tomándola por un brazo. –– Vamos a buscarlo ––dijo. No puede estar lejos. Laura lo encaró: –– ¡Suélteme! ––le dijo. ––Sólo quiero ayudarla ––respondió él. La miró fijamente, sin hacerle el más mínimo caso. De pronto se sintió mareada y cambió de parecer. Pensó en sus pertenencias. No llevaba mucho dinero, pero sí los documentos, llaves, y las cartas de Joaquín. Mientras, el ladronzuelo se coló por una puerta estrecha y despintada que se abría justo donde terminaba la pared del andén. De un tirón Laura se soltó del brazo que la retenía, y en un gesto de audacia poco común en ella, comenzó a correr detrás del chico sin pensarlo dos veces. Entró en un pasillo largo y mal iluminado que parecía descender suavemente. Contra las paredes cubiertas de grafiti, se apilaban flojamente rollos de cable y alambre. El aire era frío, y estaba enrarecido. Sólo se escuchaba el sonido de pasos: delante, el golpeteo de los pies del chico, sus propios pasos rápidos y firmes y, por último, otros pasos más lentos y sigilosos que cerraban la marcha. El pasillo desembocó en un amplio salón de techo abovedado con varias columnas manchadas de humedad, y Laura titubeó. Al detenerse escuchó su propia respiración agitada, y un goteo monótono que caía en algún rincón. Una rata asustada emitió un chillido agudo, y escapó hacia la oscuridad La sala terminaba en una pared gris, en la que se veía una única abertura, alta y estrecha. Del ladronzuelo, ni rastros. De pronto, una mano fría se posó en su hombro, arrancándole un grito ¡Era el hombre del tren! Quedaron frente a frente. Él la miraba intensamente con sus ojos demasiado brillantes y ella sintió miedo; un miedo que no le permitía moverse. Cada vez sentía su aliento más cerca, hasta que con verdadero espanto vio relucir unos finos colmillos que se acercaban a su cuello. Apenas la rozaron, un hilo de sangre manchó el blanco impecable de su blusa. Se estremeció. Él se apartó mirándola con sorna, y la dejó ir. Con un esfuerzo sobrehumano, Laura corrió hacia la abertura del fondo; era su única alternativa. Se encontró en el rellano de una escalera oscura que descendía... quien sabe hasta dónde. Pero lo único que le quedaba por hacer, era seguir adelante. Perdió la noción del tiempo; ya no sabía cuanto hacía que bajaba y bajaba, hasta que su corazón comenzó a latir furiosamente ¡Escuchó voces! ¡Más abajo se escuchaban voces! Apuró el paso. La escalera se abrió a otra amplia sala ruinosa en la que todavía se notaban los vestigios de un lujo decadente. Allí, vestidos con ropas raídas de distintas épocas, había hombres, mujeres y niños que pálidos y envilecidos, deambulaban por los pasillos polvorientos, y parecían esperarla ––No la toquen, es para él ––repetían con voz monótona una y otra vez, dejándola correr sin sentido ni dirección entre las puertas rotas y las cortinas de terciopelo rasgadas. Y es que había llegado a lo más profundo bajo la estación de subterráneos, refugio y cárcel a la vez, de las almas perdidas que beben sangre para aplacar su sed eterna. Desde el principio todo había sido una trampa, un juego cruel. Y ahora llegaba Él. Él, que convertía a sus víctimas en amantes suicidas, o en hijos de su negro corazón, despojándolos de toda humanidad. Laura lo entendió todo en su último instante de lucidez. Porque ya se acercaba a ella sonriente, tendiendo las manos pálidas. Supo que había perdido la partida porque estaba deseando que la alcanzara...

Autora:  Nedda Gomzález Núnéz


"Rebeca" Por Juliana Izabel Polydoro

Capítulo 30
Quer ler o livro todo?  Visita o Blog do meu livro Em Seu Lugar


"Rebeca"  Por Juliana Izabel Polydoro

  Fui para São Paulo de ônibus, dormi quase a viagem toda. Desci do ônibus e vi um carequinha com a mão para cima e uma morenona do lado dele, só podia ser o papai e a Bia. - Ai que chique, vocês vieram me buscar – eu disse abraçando o papai - Claro que a gente veio te buscar! Estava morrendo de saudades de você – A Bia disse Entramos no carro e fiquei conversando coma Bia sobre os vestibulares que ela estava prestando, ela já tinha passado em uma universidade particular, mas era muito cara. - Eu disse para ela ir que eu dou um jeito – surpreendentemente papai abriu a boca para falar alguma coisa, ele era muito calado e ainda não tinha dito uma palavra desde que tínhamos entrado no carro. - Pai, eu já conversei sobre isso com o senhor, eu não quero que o senhor pague, é muito caro e o senhor já trabalha demais para pagar as nossas contas – disse a Bia, que pensa sempre primeiro nos outros e depois nela – É verdade Re, ele paga a faculdade da Rafa, paga o meu cursinho, além de todas as contas da casa e roupas e tudo mais, não tem a menor condição de pagar três mil e quinhentos reais em uma faculdade particular e outra eu quero estudar em uma pública, que vai ser melhor para a minha carreira. – Bia disse com a voz brava, papai não respondeu, só balançou a cabeça negativamente. - E o resultado da faculdade do Rio, já saiu? – eu perguntei - Não ainda não, só saíram dois resultados aqui de São Paulo e eu não passei, mas até que eu fui bem. O Rio ainda é a minha esperança – Bia falou e papai balançou a cabeça de novo, porque é claro que ele não queria que a Bia fosse para o Rio, até hoje ele não se conformava que eu tinha ido embora. Chegamos em casa mamãe estava com a Raquel e as crianças, o Fabricinho Júnior correu para me abraçar, um fofo, já estava com quatro anos e a Mariana que tinha dois anos estava no colo da Raquel. Agarrei ele e enchi de beijos, ele começou a me empurrar tentando se livrar dos meus beijos de Felícia (aquela garotinha que abraça até esmagar os animaizinhos), depois peguei a Mari no colo, dei um beijo na mamãe e na Raquel. - Oi Raquel, você está em casa, não está mais trabalhando? - eu perguntei - Estou de férias, sou professora lembra? – Ela respondeu toda grossa – E o seu novo trabalho, como vai? - Vai bem, obrigada, minha chefe é muito exigente, mas é bem bacana, e meus colegas de trabalho são muito legais, com exceção de uma delas que é uma puxa saco! – eu respondi meio sem paciência, eu gosto da Raquel, mas não consigo conversar com ela por mais de dois minutos, somos completamente diferentes. - E quanto você ganha? – a idiota da Raquel tinha que tocar no assunto de dinheiro - Não te interessa – eu respondi - Ih, então deve estar ganhando uma miséria ou tá ficando rica e não quer contar para a gente.- ela respondeu já sendo inconveniente, como de costume. - Vai começar a encher meu saco, né Raquel, dá um tempo! – Eu respondi - Se você está ganhando pouco filha, precisa pedir uma aumento, você merece ganhar bem, estudou tanto. – minha mãe respondeu, apoiando a Raquel quando o assunto era se meter na minha vida sem nem saber direito o que se passa nela. - Mãe, mas não é assim que as coisas funcionam, primeiro a gente trabalha e depois é reconhecida. – Falei já desistindo de tentar ter uma conversa amigável - Eu vou para o quarto descansar um pouco. Quando estava subindo as escadas ouvi a Raquel dizendo: - Nervosinha ela né? Dei meia volta e pensei em descer pra já arrumar um escândalo, mas achei melhor não, porque no final eu que sempre fico com dor de cabeça. - Deixa ela em paz – disse a Bia que tinha ficado assistindo toda a discussão enquanto comia uma banana, respondeu. Fui para o meu quarto e fechei a porta. Eu ainda tinha um quarto na casa da mamãe. Deitei e fiquei olhando para o teto. Me senti feliz por não viver mais ali, minha família era como um veneno para a minha auto estima, sempre me colocam para baixo, não sei se é sem querer ou de propósito, mas elas tem dificuldade de ver o que eu tenho de bom e perto delas me sinto aquela menininha de 15 anos insegura, que não sabe o que faz. A Bia é a única exceção, ela me vê como sou e sempre me incentiva e eu tento fazer a mesma coisa com ela. Ao mesmo tempo são as críticas que me deram força para sair de casa e buscar o que eu queria para a minha vida. A Bia entrou no quarto: - Você ficou triste Rê? - O que você acha? Estava com a “guarda” baixa, ainda não tinha me preparado para o bombardeio. Por isso resolvi vir para o quarto para me preparar para os próximos dois dias. - Rê, não liga, elas também fazem isso comigo o tempo todo, mas eu não me afeto. Ela deitou do meu lado e então me disse: - Vamos começar a sessão. - Que sessão?– Eu perguntei sem entender. - Ah, já esqueceu, a sessão “xingamentos”! Lembrei então a sessão “xingamentos”, eu e a Bia tínhamos inventado para quando estivéssemos de saco cheio, de qualquer coisa na vida, mas da mamãe principalmente. A sessão consistia em falar muitos palavrões, até acabar o ar dos pulmões e repetir diversas vezes, isso pulando em cima da cama. Tínhamos que nos preparar, trancamos a porta, subimos na cama, e começamos a pular. Eu começo, a Bia disse: - Vai se foder, vai tomar no cú, vai para a casa do caralho, vai chupar um canavial de rôla (essa eu robei dos Melhores do Mundo)… Nessa hora eu já estava fazendo xixi nas calças de tanto rir, mas o ar dela ainda não tinha acabado. - Vai pro inferno, para a puta que o pariu …. Quando ela terminou, eu comecei e ainda fizemos mais umas três rodadas. Terminamos e eu estava me sentindo muito melhor. Resolvemos sair e andar um pouco de bicicleta. Passamos pela cozinha elas estavam lá, fazendo todas as comidas possíveis e imagináveis para a noite de Natal, passamos rapidinho para elas não verem, pegamos a bicicleta e andamos por todos os lugares que andávamos quando éramos crianças, foi muito bom, paramos, tomamos sorvete e voltamos quando já estava escurecendo. Entramos já preparadas para a chantagem que estava por vir, não deu outra. - Onde estavam as mocinhas? Só a Raquelzinha para me ajudar – a mãe falou e virou de costas e começamos a imitar ela, ela virou e viu, ficou puta da vida. - Saiam as duas daqui – gritou e nós saímos rindo. Tomei banho e fui deitar. Fiquei pensando sobre aquele dia, como era difícil ficar ali. Só a Bia aguentava mesmo. Fiquei me perguntando por que daquela necessidade de aprovação, e como isso me sufocava quando estava em casa. Porque quanto mais eu tentava menos eu conseguia e o tiro acabava saindo pela culatra, pois parecia que só eu me sentia mal. Era essa sensação de me sentir rejeitada que sempre queria evitar e que acabava voltando. Eu tinha que enfiar na minha cabeça dura que não adiantava fazer coisas para agradar as outras pessoas, sempre teria alguém que não ia gostar de mim, ou de nada que eu fizesse, é impossível ser uma unanimidade. Então era melhor eu ser eu mesma, e me sentir feliz com isso do que agradar ou outros, principalmente na minha família, onde eu me sentia pequena, e incapaz. Quando estou perto deles, é como se eu estivesse sendo sufocada, ficava sem ar, de verdade, geralmente tinha crises alérgicas constante, o que melhorou muito depois que eu fui morar no Rio. Parecia que não conseguiria ser bem sucedida em nada se continuasse vivendo ali, sempre sendo tratada como a criança, indefesa que não faz nada direito, a coitadinha. E não era isso que eu queria ser, queria ser bem sucedida e ter uma vida plena e feliz. Depois de alguns anos, vejo que eu tenho que conviver e superar esse sentimento, perto ou longe, me sentindo confiante e bem comigo mesma, não importa o que aconteça fora, mas isso é um exercício, e eu preciso fazer constantemente, lógico que com a ajuda da Bia e das sessões de xingamentos.
Autora:  Juliana Izabel Polydoro