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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Por José Inácio Godoy "Quando atropelamos nossos valores"


Texto Original de José Inácio Godoy


"Reflexão"

Quando atropelamos nossos valores,
 Dizemos ser impulsividade ou ação irrefletida, 
Quando julgamos em outrem os mesmos erros,
 Acusamos de pronto a irresponsabilidade…
 Castigo para os outros e perdão para nós, leviandades a parte… 
Farinha pouca, meu pirão primeiro, 
Ação inerente ao comportamento humano animal, mas, 
A escola dos dias não erra tendo o tempo como professor!
 Mago Peregrino

Por Walter Leite Castro: "Nosso lado obscuro"


Texto Origina de Walter Leite C astro

Para pensar !
 Nosso lado obscuro! 
O relacionamento social produz o que Emerson,eminente filósofo americano,denominou de mentira social ,pois segundo Emerson :" O homem sozinho é verdadeiro,mas quando se junta com os outros começa a mentir".Assim ,surge a grande interrogação, por que o homem mente, tanto para si, como para os outros?acredito que a resposta a este questionamento sinaliza para uma incapacidade do ente humano ser verdadeiro , em todos seguimentos de sua vida ; desta forma forma a pergunta mais exata seria: por que o homem precisa mentir em seus relacionamentos? eis a questão; o homem sendo incapaz aceitar toda a verdade referente a si mesmo , cria uma dualidade interior, dualidade que o enfraquece ,pois gera uma dicotomia profunda no caráter do ser humano; assim através desta divisão interior surgem dois seres ,o primeiro é o Ser em si, enquanto o segundo é o Ser omitido. Portanto , o Ser em si é a persona social, a máscara ; é apessoa pública , que se apresenta nas relações com os outros .Este Ser em si é formado pelas características apresentáveis, as vantagens, qualidades , como: Dr fulano; homem amoroso; homem inteligente; mulher educada; mãe exemplar, enfim são os pontos fortes da pessoa , os quais devem ser evidenciados. O Ser omitido é o Ser obscuro que você esconde e teme que apareça é seu efeito sombra como muito bem salientou Deepak Chopra em seu livro ,efeito sombra; "Se você não pode enxergar a própria sombra, precisa procura-la . A sombra se esconde na vergonha , nos becos escuros , nas passagens secretas,e nos sótãos fantasmagóricos de sua consciência. Ter um lado sombrio não é possuir uma falha, mas ser completo. Há uma dura verdade a confrontar . ( Você nunca tentou dizer uma ingênua verdade a alguém que estrilou respondendo "Não venha, me analisar ", ou algo parecido? O reino do inconsciente parece tão perigoso quanto as profundezas do oceano, ambos são escuros e repletos de monstros invisíveis. Portanto , não adianta lutar ou dissimular a verdade sempre aparecerá. Assim é importante para o ente humano aceitar sem lutar , sem à vergonha tóxica seus comportamentos , desejos pensamentos, que o incomoda, pois tais atos que você não aceita , na luta se fortalecerá formando o seu lado obscuro , ou seu Ser omitido. Portanto , combater este lado obscuro o fortalecerá , ademais o caminho da paz interior e unidade interior é o caminho do auto conhecimento; observação sem censura, sem julgamento , aceitando o lado "bom" e o lado "mau", eis o caminho. O sábio Hindu Jiddu Krisnamurti afirmava : a aceitação da verdade seja ela qual for sem julgamento ,eliminará o vir a ser e acabará o tempo psicológico. Neste momento acredito quando não exista mais o vir a ser, a divisão é desfeita e o,lado obscuro estará eliminado a paz, a serenidade passarão a ser o grande diferencial da vida desta pessoa.Assim a única maneira de você não criar um lado obscuro é não lutar, não combater o que você não gosta e apenas observar sem gerar expectativa da transformação. Sei da imensa dificuldade para vivenciar estes princípios, por isso a quase totalidade da humanidade tem de conviver com seu lado obscuro e que esta convivência seja o menos traumático possível.

Por JULIANO MARTINZ "5 Dicas Para Escrever um Texto Engraçado"

Texto Original de Juliano Martinz

Aprender a ser engraçado me parece irreal.
 Mas há algumas dicas para ajudar aqueles que já possuem o gene “humor” a escrever textos engraçados Há muitos leitores que estão mais propensos a se apaixonar por um livro quando este revela trechos engraçados. Isso não significa necessariamente escrever um livro de humor. Porém, arrancar risadas dos leitores, ainda que vez por outra, pode ser uma excelente fórmula para conquistar admiradores fiéis. Aprender a Ser Engraçado? Como Assim? Arrisco dizer que ser engraçado é um dom. Por isso, a expressão “aprender a ser engraçado” me parece incongruente. Digo isso porque acredito que a graça de algo está em sua espontaneidade. Quando tentamos ser engraçados, em muitos casos, soamos patéticos. E isto ocorre não somente quando escrevemos. Vai dizer que nunca teve um amigo que sempre quis ser o mais engraçado da roda, e sempre acabava despertando a animosidade dos demais? Este é um grande problema: tentar ser engraçado sobrecarrega o cérebro com a necessidade de pensar em algo estranho e humorístico. Em muitos casos, esta não é a melhor abordagem, e pode resultar em criatividade bloqueada do escritor. Por isso, muitos autores se orientam pela seguinte regra: não seja engraçado – simplesmente escreva a verdade de uma forma divertida. Lembre-se que a comédia deriva da verdade. Por isso, simplificar as coisas pode ser a melhor abordagem para escrever um texto humorístico. Mas, ainda assim, se formos tentar estabelecer alguns critérios para sermos engraçados, talvez possamos partir das seguintes dicas e princípios. Escreva de Forma Simples Escreva de forma simples, como se estivesse enviando um e-mail bem humorado para um grande amigo. É preciso saber usar bem as palavras, mas cuidado para não soar acadêmico. Palavras muito apuradas e requintadas tiram a graça de um potencial texto engraçado. Escreva Sobre Situações Com as Quais as Pessoas se Identifiquem Um autor consegue ser engraçado simplesmente escrevendo sobre situações corriqueiras do nosso dia a dia, mas que ninguém (ou pouca gente) ousou comentar. Quanto menos explorado for o assunto corriqueiro, melhor será o impacto. Se alguém ler seu texto e pensar: “Pior que é assim mesmo”, as chances de você arrancar uma risada dele será muito maior. Assim, tentar escrever crônicas engraçadas sobre um mecânico de aviões atrapalhado com suas tarefas será extremamente desafiador, já que a maioria de nós não está familiarizada com esta rotina profissional. No entanto, um texto humorístico sobre a tensão psicológica em tentar lembrar sua senha, quando o caixa eletrônico avisa que o próximo erro resultará em cancelamento do acesso ao cartão, poderá encontrar leitores mais entusiasmados, que pensam: “Pior que é assim mesmo”. Escreva Sobre Coisas Irritantes Isso nos leva a uma outra regra que acho importante: escreva sobre coisas que lhe causam irritação. Pense um pouco sobre o texto utilizado pelos comediantes nos espetáculos de stand-ups. A vasta maioria comenta sobre assuntos corriqueiros e extremamente irritantes. A sua irritação pode ser um excelente termômetro para avaliar o potencial de um assunto se tornar uma boa crônica engraçada ou não. Vá Ao Extremo Muitos assuntos, por serem demasiadamente explorados, acabam perdendo um pouco de seu brilho humorístico. Se este é o caso, tente levar o tópico aos extremos. Se for escrever sobre uma personagem que precisa emagrecer, não fique passeando no plano geral. É melhor ser mais específico e exagerado. Por exemplo, escrever sobre uma personagem que tenta emagrecer sem precisar sair da frente do computador. Extremos costumam oferecer uma tendência maior ao cômico do que se apoiar apenas em clichês absolutos. Use Analogias Comparações, metáforas, analogias – diversos recursos e figuras de linguagem que podem ajudá-lo a tornar seu texto engraçado. Este tipo de recurso abre maiores oportunidades para arrancar o riso de um leitor. Ao invés de dizer: “Ele caminhava lentamente”, pode-se apelar para as figuras de linguagem e transformar isso em: “Ele caminhava tão lentamente que mais parecia uma lesma com complexo de inferioridade” (tá, tá bom, não foi engraçado; aposto que você pode fazer melhor). A analogia absurda gera esta incompatibilidade entre os dois objetos de comparação. E é exatamente esta incompatibilidade que pode despertar o cômico naquilo que escrevemos.